Id afilando las espadas porque cada vez queda menos para la segunda temporada de Game Of Thrones, la serie de la HBO adaptación de la saga literaria de George R. R. Martin y que está prevista para estreno en Abril del próximo año llegue a la pequeña pantalla. Si la primera temporada consistió en una adaptación (en muchas ocasiones literal) del primer libro, Juego de Tronos y que le da nombre a la serie, para la segunda podemos esperar lo mismo con el segundo volumen: Choque de Reyes.
Viendo que la primera terminó como terminó (a buen entendedor pocas palabras bastan, no diremos más para no enfurecer con spoilers) la segunda se nos presenta desde un punto argumentalmente más complicado y sobre todo con la presentación de muchos personajes nuevos, nuevos fichajes de actores y actrices que contribuirán a darle un sabor que me atrevo a predecir que será bastante distinto a lo que hemos podido ver hasta ahora.
Como puede verse en el vídeo, el entorno elegido para el rodaje es el norte de Irlanda, concretamente Belfast y alrededores, con un ambiente muy céltico y muy verde que le va mucho a la serie y aprovechando algunos paisajes como los de los acantilados que prometen bastante. Personalmente, si Juego de Tronos, como libro, me encantó, Choque de Reyes me fascinó completamente, esperemos que la HBO siga con su buen hacer y nos siga entusiasmando a todos los niveles con una adaptación tan buena como lo fue la primera. Quedan aún unos cuantos meses, paciencia.











Varios errores e incoherencias en este post. Hasta parece que fue simplemente traducido.
Saludos.
PD.- No enumero los errores por que tengo flojera :)
Es viral, la flojera de las fiestas de diciembre, lo mismo pasó al poner el post.
Haha , Touché.
Hasta abril. Yo pensaba que iba a comenzar en enero. Ni modo. De lo bueno, poco.
"trailer del rodaje"??? qué rayos significa eso???
Estou finalizando uma esiazpelicae7e3o e Geste3o Cultural pela UFG em Goie2nia GO e o trabalho de concluse3o de curso que estou desenviolvendo, junto com a Camila Pessoa, e9 sobre cultura digital, onde sere3o abordadas as novas meddias, nova forma de empreendedorismo (marketing 3.0), etc. Tenho certeza que o conhecimento adiquirido a partir desse grupo de estudos sere1 essencial para o desenvolvimento do TCC e, como consequeancia, para minha vida profissional.Atenciosamente,Juliana Leonardo
Nepo,Fico muito aliviada em vocea codnarcor com o substantivo abstrato Eu quase pirei com o conhecimento como verbo! Ne3o tenho mais nada a declarar, concordo em nfamero geanero e grau com vocea e Cristiana.Sf3 para ilustrar ainda a diferene7a entre informae7e3o e conhecimento, essa semana tive uma clareza maior da diferene7a. Li em 3 dias o livro Crepfasculo e a informae7e3o contida naquele livro prende qualquer leitor e no meu caso especedfico, fez minha criatividade viajar a mil. Ontem vi o filme e fiquei arrasada apesar de je1 esperar, de como me decepcionei com a peledcula. Sempre o livro e9 melhor do que o filme, mas para mim foi assustador como achei o filme ruim, apesar de ter adorado o livro. Conversando com minha filha nossos pontos de vistas, chegamos a muitas discorde2ncias quanto a vise3o do diretor/roteirista do filme e tivemos algumas concorde2ncia em relae7e3o as nossas visf5es. Aonde quero chegar? Ao velho conceito que tentei defender na aula que conhecimento e9 informae7e3o processada cognitivamente + seus conhecimentos je1 existentes (bagagem). E que esses conhecimentos existentes team tudo a ver, com o seu ambiente, sua infra-estrutura pessoal, sua vise3o de mundo (fazendo uma pequena analogia aos capitais), etc. Eu e minha filha apesar de algumas discorde2ncias apreendemos um conhecimento (abstrato) relativamente parecido ao contato com aquela informae7e3o. Je1 o diretor/roteirista do filme, que este1 num contexto totalmente diferente, apreendeu esse conhecimento (abstrato) de forma bem diferente e isso para mim e9 bem vedsivel no resultado: o filme (concreto).
Odié el final trágico de la mayoria de los protagonistas en el libro, a ver si me animo a ver el resto de la serie.
Rodrigo,muito bons seus comente1rios, o que nos leva a apraufndor o assunto.Digamos, que a geste3o de conhecimento vem justamente da estreiteza das pessoas por gerenciar a informae7e3o.Como os gestores da informae7e3o deixaram as pessoas de lado, resolveram criar outro nome e outra e1rea para esbarrar no mesmo muro.Que e9 um problema conceitual be1sico do que afinal e9 informae7e3o e conhecimento, por isso fiz aquele texto da batata. (Ver no blog)Para que um processo informacional ocorra e9 preciso lidar com pessoas, pois sf3 existe informae7e3o e conhecimento em relae7e3o, todo o resto e9 vazio.Ne3o e9 por mal que fomos estreitando essa vise3o.Compreender que qualquer projeto, pequeno ou grande, depende exclusivamente de pessoas e9 algo difedcil de lidar, pois o ser humano e9 no nosso planeta o ser mais complexo que existe.Cada pessoa permite mil variantes, humores, situae7f5es, condicionamentos, etc .Um setor especedfico e deslocado de sua verdadeira fune7e3o, acaba ne3o tendo fore7a para lidar com esse ambiente propedcio e cai para o te9cnico, o pobre, o vazio por falta de pernas e e0s vezes, por falta de vise3o conceitual do problema.Viram bibliotece1rios, arquivistas, quando deveriam zelar tambe9m pelo ambiente, pois se ningue9m vai e0 biblioteca por falta de motivae7e3o, a biblioteca e9 apenas um lugar para se relaxar, curtir o sileancio e tomar um banho de ar condicionado. Ou seja, quando se fala em informae7e3o e conhecimento, para coisas concretas e9 assim uma forma de reduzir a dificuldade do problema, deixando o principal de lado.O problema, portanto, me parece, antes de tudo, conceitual. Castells no texto The Network Society fala um pouco disso ao afirmar que ne3o vivemos na sociedade do conhecimento mas em mais uma e avisa que teremos problemas se9rios, em fune7e3o desse erro tef3rico. Concordo.Ao criarmos na empresa setores de informae7e3o ou de conhecimento estanques e isolados nos tirou o poder e a possibilidade de perceber que basicamente o que deve se trabalhar e9 o ambiente informacional, antes de tudo, que, na verdade, e9 o prf3prio ambiente da empresa que vai permitir que tudo isso acontee7a.Uma empresa que trabalha sob chicote, tere1 pouco espae7o, por exemplo, para a criatividade, curiosidade, tre2nsito de informae7e3o, e o que fare3o os nossos gestores???Claro, que a parte te9cnica da organizae7e3o dos registros e9 fundamental para dar suporte a esse movimento, mas ne3o pode ser reducionaista, como e9 hoje Podemos optar assim pela geste3o do ambiente do conhecimento, geste3o do sistema de conhecimento geste3o do ambiente informacional, o que me agradaria mais e ficaria mais coerente com o que estamos falando.Note que o ambiente e9 algo intangedvel, mas no todo pode ser gerenciado, pois e9 formado por coisas concretas que existem e se relacionam.Volto a dizer o conhecimento e9 relacional e potencialmente possedvel, dependendo do ambiente que se cria.Se vamos chamar geste3o do conhecimento para reduzir o nome, um apelido, tudo certo, mas sob o risco das interpretae7f5es que acabam acontecendo Muita gente que trabalha com GC, na verdade, je1 encara o projeto dessa forma, entende que deve ser um esfore7o coletivo, que trabalha diretamente com o poder central e que deve ser formada por basicamente diversos perfis.Nem sempre uma e1rea, que cria uma burocracia, mas um grupo permanente de trabalho, por exemplo.Ou seja, manter o ambiente da empresa para que ele possibilite a inovae7e3o e a criatividade.Como falar em algo assim sem o RH, TI, as e1reas especedficas, pessoal de informae7e3o, trabalhando de forma integrada ???Podemos, se quisermos, em falar de metas desse grupo, por exemplo, em promover a geste3o da mudane7a da empresa 1.0 para outra 2.0.E um grupo de trabalho e ne3o um setor formal que todos os departamentos discutiriam o ambiente de conhecimento interno para ser cada vez mais aperfeie7oado.Ao questionar a geste3o do conhecimento esse nome em si, veja, que estamos batalhando contra o reducionismo que acaba ocorrendo, que e9 justamente de sf3 gerenciar o palpe1vel e ne3o o intangedvel, diferente de como vocea entendeu a queste3o.Assim, vou apelar para Espinosa, citado no livro Direito Autoral da antiguidade a Internet de Joe3o Henrique da Rocha Fragoso. A maioria dos erros consiste apenas em que ne3o aplicamos corretamente o nome e0s coisas .Vocea concorda?Grato pela visita.
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